Banana&Etc |
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fevereiro 27, 2005
De volta E com muitas saudades de todos. Obrigada a quem esteve aqui na minha ausência. A viagem a São Paulo merece post especial. Enquanto vocês aguardam, curtam a beleza da poesia chinesa de Li Po.
Tradução
Cecília Meireles
(in "Poemas Chineses / Li Po e Tu Fu", Nova Fronteira, 1996, RJ)
fevereiro 20, 2005
fevereiro 17, 2005
Que barato!
20/02/05 Não resisti, roubei descaradamente o cartum do Zérramos. Não é lindo?
fevereiro 15, 2005
Os patos do Rui - Ui, ui, ui Roubaram a mulher do Rui Cê pensa que fui eu Eu juro que não fui... - Que isso, Banana? O carnaval já acabou. - É que eu tava pensando em fazer um post com o Rui, Abelardo - Que Rui? - O Barbosa, o Asa de Águia - Como??? Asa de Águia??? Só falta você dizer que ele saiu na Portela. - Bem que podia, porque a águia esse ano tava sem asa. - Pelo amor de Deus, Banana, Asa de Águia? - É, nunca ouviu ninguém chamá-lo assim? - Nunquinha! Ele era conhecido como Águia de Haia. - Uai, é mermo? E eu que num sabia. - Pois então fique sabendo. Dono de uma inteligência aguda, Rui Barbosa foi, talvez, o primeiro brasileiro a ser reconhecido internacionalmente por seus dotes intelectuais. Em 1907, representou o Brasil na Segunda Conferência de Paz, realizada na cidade holandesa de Haia, onde conquistou simpatias ao defender os direitos das pequenas nações. Voltou com o apelido de Águia de Haia. - Nossa, Abelardo, você sabe tudo, mas aposto que não conhece a história dos patos do Rui. - Patos do Rui? Não conheço. - Então vou contar: Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constata haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproxima-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, diz-lhe: "Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo o valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada." E o ladrão, confuso, diz: - Doutor, eu levo ou deixo os patos?
******* - Hahahahaha! - Eu sabia que você ia gostar, Abelardo, só porque tem palavrão. - Ai, meu Santo Tomás, protetor das inteligências ofendidas, dá-me paciência. Fonte: Espaço Vital
fevereiro 10, 2005
Indagações Amaríamos se nunca tivéssemos ouvido falar do Amor? Se a palavra "Amor" nunca tivesse sido pronunciada por ninguém? É tudo imitação da arte, inclusive o Amor? O Amor é uma doença? Ou não passa de um fogo que tudo consome, que aquece o coração, e depois o deixa calcinado? Pode haver alguma inspiração sem Amor? Se nenhuma mulher tocasse um homem, nunca acariciasse as pernas de um homem, as coxas, as nádegas, o peito, os ombros, os lábios, se nunca houvesse uma experiência de paixão desenfreada neste mundo, haveria algum quadro? Alguma música? Alguma poesia? Arte de qualquer tipo? Não creio. Tenho certeza de que meu interesse pelas artes nasceu naquela noite, enquanto Dona Julia se jogava sobre meu corpo ansioso, montava em mim. Senti-me mais do que feliz em bancar seu humilde animal de carga, enquanto ela me guiava com suas mãos, coxas e paixão incomparável. Foi naquela noite que minha primeira paixão me ensinou tudo o que jamais precisaria saber sobre o amor. As mulheres são o mais próximo que qualquer homem poder chegar a Deus. O sexo é a suprema forma de culto. É o hino da vida, a imortalidade que nos é concedida neste mundo, a união com as estrelas, com toda a criação. Não pode haver expressão maior da maravilha e majestade de Deus do que, no processo de amor, que cria e dá significado à vida, os momentos que levam à suprema bem-aventurança, quando duas pessoas efetuam o ato de amor. Não há nada mais doce do que o primeiro e ardente amor. Sobressai sozinho na experiência de um homem como a recordação de Adão de sua queda. Toda a vida dele, toda a minha vida, até aquele momento, fora servida como uma liberação à deusa do Amor. O fruto da árvore da vida foi arrancado. A vida nunca poderia proporcionar qualquer coisa mais digna de louvor que aquele ato ambrosíaco. A primeira mulher que amei plenamente, com toda a força do meu corpo e a alegria do meu coração, revelou-me os risonhos segredos do universo. Aprendi com ela as repostas para as únicas quatro perguntas que merecem ser formuladas:-" O que é sagrado?", "De que substância é feito o espírito?", "Pelo que vale a pena viver?", "E pelo que, tudo dito e feito, vale a pena morrer?". A resposta às três indagações é a mesma. A resposta é o Amor. Apenas o Amor. Texto extraído do filme Don Juan de Marco
fevereiro 5, 2005
Até quarta-feira! Este ano não vai ser igual aquele que passou Eu não brinquei, você também não brincou Aquela fantasia que eu comprei ficou guardada E a sua também ficou pendurada Este ano, meu bem, tá combinado: Eu saio num bloco arrumado!
Para quem ficar em casa e resolver navegar na Net, há ótimos sites sobre carnaval.
É sério! O melhor deles, na minha opinião, é Ao Chiado Brasileiro. Vale a pena visitá-lo, embora às vezes ele fique fora do ar. Lá você encontra, além da História do Carnaval - origem, principais figuras, bailes, cordões, rancho, corso - várias marchinhas e músicas que fizeram sucesso no passado. Em gravações originais! Ouçam algumas amostras clicando nos títulos: Allah-lá-ô - Haroldo Lobo e Nássara Linda Morena - Lamartine Babo Pastorinhas - João de Barro e Noel Rosa A Jardineira - Benedito Lacerda e Humberto Porto Mamãe eu Quero - Vicente Paiva e Jararaca Cidade Maravilhosa - André Filho Hino do Carnaval Brasileiro - Lamartine Babo Yes, nós temos bananas :)) - João de Barro e Alberto Ribeiro Segundo José Ramos Tinhorão, A Jardineira é considerada a mais antiga marcha-rancho presente em todo o cancioneiro do carnaval, devendo datar do fim do século XIX. Muitos anos depois, foi relançada em disco, com o andamento ainda mais acelerado e se tornou um dos clássicos do carnaval brasileiro. Para quem não se lembra, João de Barro é o nosso querido Braguinha, um ícone na história das marchinhas e da música popular brasileira. ... A mesma máscara negra Que esconde o teu rosto Eu quero matar a saudade Vou beijar-te agora Não me leve a mal Hoje é Carnaval! Máscar Negra - Zé Kéti e Pereira Matos
fevereiro 2, 2005
Um ano atrás nascia o Happy, o blog dos aniversários. Inaugurei-o com o aniversário de uma pessoa muito especial, conhecida por vários frequentadores do Banana&Etc, que sempre nos encantou com seus comentários doces e sensíveis. Assim é a Cecéu, uma pessoa que mesmo não tendo blog passou a ser uma das amigas mais queridas de vários blogueiros. Hoje o Happy se despede não por vontade da dona, mas pela falta de tempo da mesma. Também esse negócio de ficar fazendo bolo todo dia está deixando todo mundo muito gordinho. Olha as Tchecas! (sem trocadilho:)) Agradeço de coração a quem deu a maior força e curtiu cada aniversário. Pena que o Haloscan fez o favor de apagar os comentários de setembro/04 para trás. E a banana aqui não fez cópia de segurança :( Um agradecimento especial a quem divulgou o selinho (design by Matu) e o link do Happy. Lembro-me agora da Helenice (que hoje comemora Bodas de Coral), da Giniki e da Esther. Se tiver mais alguém é só reclamar na gerência.
Foi uma grande curtição. Muitas vezes fiquei aqui esperando dar meia-noite para colocar no ar o bolo do dia. Também me esqueci de aniversários de amigos muito queridos, mas... acontece. Então, fica assim: o Happy está lá para quem quiser consultar, mas a partir de hoje não será mais atualizado. Bom que ninguém vai ficar mais velho :))
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